Saúde de qualidade para PMEs é realidade

Um dos grandes desafios das pequenas e médias empresas (PMEs) é a retenção de talentos. Se por um lado trabalhar numa empresa pequena traz muitos benefícios, como a proximidade com quem comanda, a flexibilidade na jornada diária e o relacionamento interpessoal facilitado; por outro lado, quem trabalha em grandes empresas costuma ter uma cesta de benefícios muito maior, incluindo aí um plano de saúde. Não que uma empresa pequena não possa fornecer algo assim, mas sabemos que o custo desses serviços é alto e difícil de ser repassado no preço dos produtos ou serviços oferecidos por organizações menores.

Porém, é possível oferecer aos colaboradores um atendimento em saúde de qualidade com preços baixos, com histórico de saúde consolidado, controle da utilização e sem nenhuma burocracia. Não acredita? Então continue lendo.

A Filóo Saúde está no mercado justamente para quebrar todos esses paradigmas. Os serviços oferecidos incluem: consultas com valor acessível, descontos em exames, vacinas e medicamentos que vão de 20% a 85%. E os benefícios não param por aí. O paciente ainda possui orientação de saúde 24h por telefone – e sem custo adicional. Além de histórico de saúde e prontuário digital em um único ambiente, contando ainda com a facilidade de fazer agendamento de consultas online, pagar via aplicativo e ganhar tempo e conveniência usando a Telemedicina (falar com médico à distância).

O Cartão Saúde da Filóo não restringe familiares, não tem limite de uso e não possui carência. Com este serviço, a empresa controla seus gastos e os colaboradores usufruem dos benefícios de maneira irrestrita. E o melhor de tudo: a mensalidade é de apenas R$ 9,99 por mês.

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Medicina e tecnologia: um caminho para um futuro mais saudável

Rubem Ariano, fundador da Filóo, uma das referências no uso de novas tecnologias na aplicação da Medicina, comenta sobre algumas das possibilidades, tendências e também temores relacionados ao avanço nesse campo. Desmistificando conceitos e simplificando ideias que, à primeira vista podem parecer complexas, o executivo mostra que o futuro da saúde está mais perto – e mais fácil – do que muitos imaginam. E que isso poderá trazer um impacto extremamente positivo à sociedade como um todo.

A telemedicina, que vem sendo muito comentada atualmente por conta da pandemia, já acontecia antes. Mas, tudo indica que essa solução vai se popularizar agora. Você concorda com essa visão? Quais os principais pontos positivos e negativos da telemedicina?

Rubem Ariano (RA): Com certeza! Consultas por vídeo, de uma forma geral, vieram para ficar.

Claro que, em grande parte dos casos, a consulta presencial é indispensável. Mas, com o avanço da tecnologia, trazendo mais segurança no trânsito e armazenamento de informações, muitas delas podem ser feitas à distância.

O risco que se corre é de não saber em que situação a consulta por vídeo pode ser indicada e a pessoa deixar de passar em uma consulta presencial.

Por outro lado, nos casos possíveis, a consulta por vídeo gera muita economia de tempo, de deslocamento; aumenta a possibilidade de maximização da agenda do profissional de saúde e pode significar menos tempo de espera até a data da consulta para o paciente.

O uso de inteligência artificial na medicina é uma pauta importante. Usar robôs para analisar exames de imagem, por exemplo, é uma das possibilidades. Como você enxerga esse movimento? E qual sua visão sobre isso? As máquinas podem substituir a análise humana?

RA: Muito do que se consegue fazer hoje em dia com o uso da tecnologia era inimaginável há uns anos. Inteligência Artificial é uma das ferramentas onde se teve muito avanço e, não só nela, mas em muitas outras áreas da saúde, temos conhecimento só da pontinha do iceberg.

Certamente “máquinas” terão um papel cada vez mais importante com a melhora de tecnologias como Blockchain, 5G, IoT, etc. Mas a substituição completa da análise humana é algo remoto, em minha opinião.

Outra possibilidade dada pela tecnologia é a realização de cirurgias a distância. Qual o principal benefício que essa atividade pode trazer aos pacientes?

RA: O principal benefício é a possibilidade de se fazer uma intervenção em pessoas que tenham pouco ou nenhum acesso a um especialista. Isso tem um impacto social muito grande.

A evolução na transmissão de dados com o advento do 5G (e outros Gs), diminuiu muito a latência / tempo de resposta / delay dos vídeos. Isso é fundamental.

Como a facilidade de comunicação entre médicos utilizando meios digitais pode beneficiar os pacientes?

RA: De muitas maneiras. Entre as mais importantes estão a troca de conhecimento, a chance de se tirar uma dúvida com um colega que esteja distante e a possibilidade de se ter um prontuário / histórico de saúde compartilhado (sempre com a autorização do paciente, claro), o que pode gerar muita economia para o sistema como um todo.

Uma grande preocupação dos pacientes é com a privacidade de seus dados. O que está sendo pensado nesse sentido pelas Healthtechs?

RA: Toda parte de criptografia, incluindo, mas não limitado ao uso de blockchain, evoluiu muito e com isso os protocolos de segurança estão mais rigorosos. A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que passa a valer em agosto de 2020 no Brasil, é um marco importante disso.

Não somente a aplicação da Medicina, mas também o seu estudo e desenvolvimento, estão sendo afetados pelas novas tecnologias. De que maneira isso acontece, efetivamente? Faz sentido pensar numa aprendizagem por realidade virtual, por exemplo?

RA: Acontece principalmente na transmissão eficiente de dados, EAD é um bom exemplo de beneficiário disso e na segurança no armazenamento dos dados.

Sim, faz sentido pensar em realidade virtual como parte do aprendizado, mas sempre ressaltando que a prática real ainda é insubstituível.

Como o uso de dados massivos pode auxiliar a medicina nos próximos anos?

RA: Na customização do compartilhamento de informação. Quanto mais informações se tem sobre um paciente, mais assertivas as comunicações para eles podem ser.

Grande parte das empresas de outros mercados chega com a proposta de universalizar o acesso aos mais diferentes produtos e serviços. Isso também pode ser esperado na Medicina?

RA:  Com certeza!  Na verdade, a universalização do acesso à medicina não só pode ser esperada, como é uma realidade por meio de soluções de baixo custo que servem de alternativa aos planos de saúde, que para a maioria (75% dos brasileiros) são impossíveis de se pagar, e também de alternativa ao sistema público de saúde, que muitas vezes não dá conta de atender a demanda da população.

Além disso, a promoção e prevenção na saúde por meio da comunicação e disseminação do conhecimento assertivo, ou seja, da forma e para as pessoas corretas, tem se provado a única solução viável para a sustentabilidade do sistema de saúde no mundo todo.

Cuide da saúde do seu colaborador e ajude a sociedade

Nunca foi tão importante manter a carteirinha de vacinação em dia. E não falamos apenas das crianças, mas também – e principalmente para os adultos. Com a pandemia do COVID-19, preocupar-se com outras doenças infecciosas é fundamental para manter a imunidade alta.

Com a chegada do inverno, é muito comum o aumento de surtos de gripe e outras doenças respiratórias, e procurar vacinas contra a H1N1 e Influenza é algo muito necessário. E essa preocupação aumenta ainda mais para pessoas que, devido à sua profissão, não estão conseguindo trabalhar de casa.

Nestas situações, o ideal é que as empresas organizem campanhas de vacinação. A maneira mais comum é orientar sua equipe a visitar o posto de saúde mais próximo de sua casa para adquirir a dose. Para ter direito, é preciso verificar se o colaborador está enquadrado dentro das regras impostas pelo Ministério da Saúde. Em www.saúde.gov.br é possível encontrar todo o calendário de imunização do Governo.

Mas sabemos que muitos perfis de pessoas não se enquadram nos requisitos para adquirir a vacina gratuitamente. Nesses casos, o caminho é procurar uma clínica especializada em vacinação, que organize a ida a um endereço pré-estabelecido, para que seja feita a imunização. Com isso, além da economia, já que negociando uma quantidade maior de vacinas é possível melhores preços por dose,  a empresa colabora com a diminuição da circulação pelas ruas, centralizando tudo em um único lugar.

O mercado hoje já possui inúmeras empresas que podem ser a ponte entre a empresa e clínicas de vacinas, encurtando caminhos e gerando economia.

Aqui na Filóo, entendendo a nossa responsabilidade, oferecemos um serviço diferenciado que auxilia as empresas nas suas demandas de saúde. Temos parceiros que oferecem desconto de até 20% em vacinas, além de até 85% em medicamento. Uma empresa que cuida da saúde de seus colaboradores, não oferece apenas um benefício a eles, mas à toda sociedade. No caso das vacinas, isso fica ainda mais evidente, pois, com mais imunizados, menor a incidência de doenças nas pessoas como um todo.

Filóo Saúde chega a Campo Grande

A Filóo, uma plataforma de saúde que oferece suporte de saúde por telefone 24h, descontos em exames e medicamentos em rede parceira cadastrada, agendamento online e opção de telemedicina, acaba de chegar à Campo Grande. A cidade foi escolhida por ter um grande potencial, já que conta com aproximadamente um milhão de habitantes e uma ótima estrutura médica para atender os pacientes.

Mas por que optar pela Filóo e não por um plano de saúde? A principal diferença entre a Filóo e os planos de saúde é que, no plano, o cliente paga mensalmente um valor fixo, mesmo sem utilizar o serviço. Já na Filóo, com a assinatura mensal de R$ 9,99, há diversos benefícios disponíveis e o paciente só paga o valor da consulta e/ou exame quando for utilizar. Ou seja, em um país no qual cerca de 80% da população não consegue pagar por um plano de saúde e que o sistema público deixa a desejar, esse tipo de serviço se torna indispensável.

Além disso, a Filóo é uma excelente opção para empresas que não podem pagar os altos valores praticados pelos planos de saúde, mas que desejam dar um benefício de saúde para seus colaboradores.

Para os médicos parceiros, a Filóo, além de se posicionar como um departamento comercial do profissional e oferecer uma plataforma exclusiva de telemedicina, ainda oferece recebimento facilitado, com zero inadimplência; controle e relatórios financeiros; sem taxa de adesão e segurança de dados. Como expectativa para o seu primeiro ano na cidade, a Filóo espera superar os 15 mil atendimentos.

Histórico médico em dia dá agilidade e facilita diagnósticos

Não é incomum mães organizarem o histórico de seu bebê perfeitamente. Teste do pezinho, a carteirinha de vacinação com todos os carimbos em dia, o acompanhamento pediátrico. Se a criança precisar de atendimento médico tudo está à mão. Mas aí a criança cresce e começa a cuidar da própria vida. É nessa hora que o histórico médico deixa de existir. Poucas pessoas possuem uma pasta com tudo que já fez e passou na vida. O que é uma pena.

Para se ter uma ideia, se as mulheres tivessem guardados todos os seus exames de papanicolau, taxas de hormônios e outras avaliações recorrentes, muitos diagnósticos poderiam ser feitos de maneira mais clara, alertando para sinais precoces de doenças graves.

Mas a realidade é que é dificílimo deixar tudo organizado, especialmente se o paciente possuir inúmeros exames de imagens. Quem tem problema de coluna ou de joelho (que são muito comuns), certamente já tem uma coleção de Raios X e Ressonâncias que são complicadas de armazenar.

E algumas vezes, mesmo com tudo guardado, no ato da consulta o médico precisa saber de algo que não está ali. Este problema não existiria se tudo estivesse online, na palma da mão. Algo que já acontece.

Alguns hospitais já oferecem este serviço para quem sempre realiza exames no seu centro de diagnósticos, bem como alguns laboratórios. Basta entrar nos sites com login e senha e, facilmente buscar o histórico.

Uma outra questão é que os exames podem ser feitos em vários locais diferentes ao longo do tempo. O que traz uma necessidade real de agrupar organizadamente essas informações.

Uma alternativa interessante para resolver essa questão é oferecida pela Filóo Saúde em seu aplicativo. A empresa possui o Cartão Saúde, que além de oferecer descontos em consultas, exames e farmácias, dá ao paciente um único ambiente com todo seu histórico de saúde, independente se houve troca de laboratório ou clínica. É comodidade para ele e agilidade para o médico, o que pode ser decisivo no diagnóstico. O paciente Filóo também possui suporte online de orientação de saúde 24h.

Tecnologia a serviço do bem-estar e da saúde de todas as pessoas.

Conheçam Florence Nightingale, a nossa Filóo.

Quando apresentamos a Filóo comercialmente a pergunta inevitável é:

Porque Filóo? É homenagem a alguma pessoa especial?
Foi algum profissional da área da saúde?

Respondemos sim para duas perguntas, mas não é alguém que tem algum relacionamento conosco.
A inspiração de nosso nome veio de Florence Nightingale, enfermeira britânica pioneira no tratamento de feridos na guerra. Conhecida como “A Dama da Lamparina”, ela percorria o hospital com uma lamparina para iluminar os corredores enquanto atendia os pacientes. Para torná-la mais próxima e brasileira: Filóo. As lanternas viraram móbiles e as nossas consultoras que acompanham toda a jornada de saúde do paciente a Filóo.
O significado do nosso nome, por isso, se alinha com os objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Geral das Nações Unidas para apoiar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos.
E como Florence e nossa querida Filóo no Brasil, temos a incansável missão de cuidar das pessoas. Convidamos à todos para fazer parte também!

Home Office na Quarentena

O momento é difícil e além da ameaça do COVID-19, os dias de quarentena e de home office trazem outras consequências para a saúde física e mental.

O cansaço aumenta

Não são poucos os relatos de profissionais que dizem estar sentindo-se mais cansados do que o normal. A pressão de ficar em casa e ainda assim manter-se produtivo é muito grande.

E a parte física faz tudo ficar ainda mais pesado. Inchaço nas pernas, dores nos braços e, principalmente, nas costas, são as queixas mais comuns. Muito disso causado por passarem tempo demais sentados e também sem fazer alguma atividade física – já que as academias também estão fechadas.

Existem possibilidades

Ainda assim, há alguns caminhos para ajustar-se ao trabalho em casa e melhorar a qualidade de vida:

  1. Antes de começar a trabalhar, alongue pernas, braços e pescoço;
  2. A cada 45 minutos, faça uma pausa. Levante e se espreguice.
  3. Faça pausas para o almoço e saia da frente do computador. Tire esse tempo para fazer uma refeição com calma, aproveitando para relaxar.
  4. Tenha sempre água próxima de você. Manter-se hidratado ajuda a sentir menos dor e a reter menos líquidos.
  5. Respeite seu horário de trabalho, mesmo em casa. E ao terminar seus afazeres, tente desconectar, sem olhar mais o e-mail e as mensagens relacionadas às suas atividades profissionais.

Quarentena e as questões emocionais

O atual cenário de pandemia e consequente quarentena nos impõe um isolamento físico, mas que não precisa ser necessariamente um isolamento social. A reclusão pode fazer com que as pessoas se sintam em uma prisão, em um cativeiro e impedi-las de manter contato com outras pessoas, o que se torna um risco à saúde mental. É necessário manter distância física, mas temos diversas opções para seguirmos com os nossos relacionamentos sociais.

Você está vendo sua casa mais como um cativeiro do que como um local de segurança? Se isto está acontecendo, tente mudar esse pensamento para algo mais positivo, a casa neste momento é um lugar de segurança e conforto, e essa é a hora de identificar outros aspectos positivos de estar em casa neste momento.

Um sinal de que você está mais recluso do que o natural, é perceber que está evitando o contato com outras pessoas. Neste período de distanciamento social, é necessário conversar, mesmo de forma virtual, para expor suas alegrias, expectativas, angústias e trocar experiências.

Você está sem vontade de levantar da cama, sem energia para fazer nada? Isto está acontecendo todos os dias ou eventualmente?

Há dias em que todos nós nos sentimos mais desanimados e tristes, e não queremos muito contato com ninguém, isso é normal, porque estamos nos adaptando a uma nova rotina, a uma nova maneira de levar o dia a dia, estamos aprendendo a lidar com este novo cenário.

No entanto, se essa sensação de querer um afastamento extremo persistir, pode ser um sinal de alerta, de que você está se isolando mais do que deveria. Há vários grupos de psicólogos atendendo on-line. Neste caso vale buscar ajuda de um profissional e conversar sobre isso, para entender o que está acontecendo, não hesite em pedir ajuda.

Neste momento, é muito importante que a pessoa estabeleça uma rotina. Tanto para quem está trabalhando em casa, quanto para quem está cumprindo a quarentena. Tenha um horário para acordar, um horário de tomar o café da manhã, horário de almoçar, de jantar, cumpra uma rotina e nessa rotina é fundamental cumprir algumas atividades físicas, já que elas ajudam muito a manter a saúde física e mental em dia. Há vários professores de educação física postando vídeos de como se exercitar em casa. Então é importante manter um horário para se exercitar. Manter a rotina no seu dia a dia, ajudará muito a sua sanidade mental.

Além disso, para quem não está acostumado com o sistema remoto de trabalho pode sentir mais solidão e stress, porque não há aquele momento de parada do cafezinho, aquela brincadeira com os amigos. Isso tudo não vai existir, e muitas vezes as pessoas acabam extrapolando o horário, e trabalhando até mais tarde do que se estivessem na empresa.

Mas é possível amenizar a solidão! Quem está trabalhando em home-office pode criar algumas estratégias, como:

• Organize um “cantinho” do trabalho (uma estação de trabalho);

• Seja disciplinado com os horários de início, intervalos e fim de expediente;

• Ao acordar, coloque roupa de trabalho, ou seja, nada de ficar de pijama o dia todo;

• Coloque pequenas metas diárias para entregar/concluir tarefas, isso fará se sentir mais produtivo;

• Encontre pessoas como você, que estão em home-office, participe de grupos de discussão, sejam via redes sociais, ou através de fóruns, que permitem que você compartilhe sua rotina, seus desafios e sucessos, isso ameniza a solidão;

• As conversas por vídeo chamada também podem ajudar muito, ao invés de fazer ligações, faça uso do Skype, Facetime, vídeo chamada do WhatsApp;

• Por fim, lembre-se que essa é uma fase passageira e, em breve, a rotina normal será restabelecida.

Também é fundamental que você não se cobre tanto, faça as atividades que conseguir, sem cobranças e sem se comparar com outras pessoas, lembre-se que cada um tem a sua maneira de lidar com este momento. Quando não conseguir se concentrar em alguma tarefa, pare, não force, tente outra coisa.

Nas horas livres, procure atividades prazerosas, tente identificar o que pode te trazer mais prazer e serenidade nestes dias. Atividades simples, como por exemplo, cozinhar, limpar a casa, dançar, ler um livro, podem ajudar.

Se não conseguir se concentrar em uma atividade, tente outra, ou simplesmente permita-se não fazer nada nos momentos que não quiser, permita-se o ócio e a preguiça, sem se cobrar. O momento não é de cobrança e rigidez, é uma oportunidade de se conhecer e estabelecer uma nova maneira de lidar com o dia a dia.

Não seja rígido com você mesmo e não se cobre demais, essa fase vai passar!

Rita de Cássia Chagas
Psicóloga
CRP: 06/50539-8